- Esperar o tempo de Deus, é deixar que Ele:abra o caminho, remova as pedras,escreva sua história, escolha o melhor tesouro e ti entregue no momento exato!
- Esperar em Deus é deixar que Ele faça por você, que Ele escolha por você, que Ele escreva por você, que Ele lute por você...
- Esperar em Deus é uma atitude de alguém que confia no coração extremamente amoroso do Pai que só dá o excelente para seus filhos!
- Esperar em Deus é uma posição de honra e uma atitude de humildade de quem nao se acha capaz de tomar decisões sem o beneplácito de Deus!
Tempo de Mudar!
Ainda é TEMPO de você recomeçar, ainda é TEMPO de você ter uma vida com Santidade, ainda é TEMPO de você parar e de retomar de onde você caiu. AInda é tempo de você abandonar aquelas coisas que não te aproximam de Deus, ainda é TEMPO de priorizar Deus na sua vida!!!! (ministração de Helena Tannure)
sábado, 29 de janeiro de 2011
Esperar em Deus!
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
O CRENTE E AS PALAVRAS TORPES
Mas agora, despojai-vos também de tudo: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca”. [Colossenses 3: 8]
Um vocabulário de baixo calão revela se a pessoa é verdadeiramente cristã ou não. O Senhor, sobre esse mesmo assunto declara: “O homem bom, do bom tesouro do seu coração tira o bem, e o homem mau, do mau tesouro do seu coração tira o mal, porque da abundância do seu coração fala a boca”. [Lucas 6: 45] É assim como entendemos que a forma de falar de um crente é “determinante”, não somente frente aos olhos das pessoas, mas perante nosso Senhor, pelo que é de vital importância saber até onde é saudável expressar certas palavras ou frases, e ainda, se é preferível deixar de pronuncia-las.
O homem ignora a gravidade do vocabulário ou de sua forma de expressar-se em sua vida cotidiana. Nós, os filhos do Altíssimo, sabemos que há um alto grau de responsabilidade em nossa conversação, já que não só seremos rejeitados naquele dia se tivermos um vocabulário torpe ou mesmo se em nosso falar utilizamos palavras vãs ou ociosas.Toda palavra dos filhos do Eterno, não só tem de ser inofensivas, mas também edificantes e para a honra e glória do Senhor. (Mateus 12: 36, 37; Atos 17: 3; 1Coríntios 6: 10).
A ética do crente tem, como já nos expressamos anteriormente, sua base nos princípios divinos, nos mandamentos que o Senhor deixou a Seu povo, de maneira que por isso as escrituras recomendam ter uma linguagem adequada a essas normas santas. E mais o verdadeiro crente não somente tem que se despojar dessas palavras torpes, mas também tem que cuidar de sempre falar com verdade e propriedade, em seu devido momento de maneira que seu falar seja agradável. (Leia Provérbios 25: 11).
domingo, 7 de novembro de 2010
Ana Maria & o passarinho
E esbanjou o seu canto natural
Não notou que eu notava suas notas
Sua canção, sua melodia
Abriu o bico sem pensar na multidão
De borboletas que voavam ao seu redor
E sem dor ou vício algum
Abriu as asas livre a voar
Pois quem canta o mal espanta
Canta passarinho
Canta enquanto a noite não chegar
Por que quando o sol adormecer
Vontade não terás mais de cantar
Canta passarinho
Canta enquanto o céu ainda é belo
Canta e satisfaz o meu anelo de te ouvir cantar
Ela varreu folhas secas no quintal
E sussurrou uma canção ao Deus do céu
E não notou que ele notava suas notas
Sua prece, sua melodia
Abriu a boca sem pensar na multidão
De testemunhas celestiais ao seu redor
E o céu então parou
Para Deus ouvi-la cantar
Pois só Ele o mal espanta
Canta Ana Maria
Canta até a noite terminar
Por que quando o sol não existir
Cristo tua luz sempre será
Canta Ana Maria
Canta em meio a toda essa dor
Satisfaz o anelo de ouvir-te o teu Criador.
Autor da Música: Diego Aquino. Ele Declara:
Depois de muito tempo compondo músicas que pareciam mesmo irmãs umas das outras, seja na forma como eu escrevia as letras ou dava ritmo e melodia a elas, “Ana Maria e o passarinho” foi o mais diferente que compus, surpreendendo a mim mesmo, mas logo percebi que musicalmente ela é influência de uma banda que eu ouço e gosto muito, o pessoal do Crombie.
Eu demorei a entender quando estava compondo essa música onde ela iria chegar, e sobre o quê na verdade ela estava falando. Foi numa tarde em que eu estava aqui no computador, triste, lidando com conflitos interiores diversos, me levantei e fui até o quintal, olhei pro céu ouvindo uma música do Leeland nos meus fones de ouvido e disse: “Deus me ajuda”.
O céu realmente estava uma coisa linda de se ver - fim de tarde, uns raios traspassando algumas nuvens em tom de amarelo. Resolvi desligar o MP3 player do celular e ligar a câmera do mesmo pra registrar a paisagem, foi quando por “entre os coqueiros do quintal” eu ouvi um passarinho cantando, empolgado, distraído, como quem canta debaixo do chuveiro, comecei a filmá-lo em seu canto, apesar de não conseguir vê-lo por entre as folhas do coqueiro.
Entrei em casa e quando voltei à varanda, lá estava ele no telhado vizinho, visível, no seu ofício de cantar, e eu não perdi a chance de filmá-lo outra vez. É engraçado que nessa filmagem ele demorou um pouco a cantar, então eu soltei um sussurro em meio ao vídeo: “Vai, canta passarinho”.
Eu demorei a entender quando estava compondo essa música onde ela iria chegar, e sobre o quê na verdade ela estava falando. Foi numa tarde em que eu estava aqui no computador, triste, lidando com conflitos interiores diversos, me levantei e fui até o quintal, olhei pro céu ouvindo uma música do Leeland nos meus fones de ouvido e disse: “Deus me ajuda”.
O céu realmente estava uma coisa linda de se ver - fim de tarde, uns raios traspassando algumas nuvens em tom de amarelo. Resolvi desligar o MP3 player do celular e ligar a câmera do mesmo pra registrar a paisagem, foi quando por “entre os coqueiros do quintal” eu ouvi um passarinho cantando, empolgado, distraído, como quem canta debaixo do chuveiro, comecei a filmá-lo em seu canto, apesar de não conseguir vê-lo por entre as folhas do coqueiro.
Entrei em casa e quando voltei à varanda, lá estava ele no telhado vizinho, visível, no seu ofício de cantar, e eu não perdi a chance de filmá-lo outra vez. É engraçado que nessa filmagem ele demorou um pouco a cantar, então eu soltei um sussurro em meio ao vídeo: “Vai, canta passarinho”.
É nessa hora que o cérebro da gente recebe um choque e aquela lâmpada imaginária acima dele se acende, hahaha. Meu anseio de vê-lo cantar virou música, e começou justamente pelo primeiro refrão: “Canta passarinho, canta enquanto a noite não chegar...”.
Eu cantava e dizia a mim mesmo: “que diferente, nunca fiz algo assim” – e a empolgação tomou conta de mim, peguei meu violão e comecei a contar todos os acontecimentos que me rodearam naquele fim de tarde – eu vendo um passarinho cantar, que cantava sem me notar, apenas no seu ofício de cantar-cantar e voar-voar. Descrevi, assim, tudo o que vi na primeira parte da canção, como vocês podem perceber.
Eu já não sabia se repetia a primeira estrofe ou se tentava continuar o texto. Então, ela surgiu, varrendo folhas secas no quintal e cantando despretensiosamente uma canção ao Deus do Céu. Acredito que foi Deus respondendo ao meu clamor e explicando a alegoria que ele me mostrou na primeira parte da canção. Eu saí do meu computador, sem muita pretensão, ou forte sensação de ser notado por Deus ali no meu quintal. E é justamente o que Ele nos explica na segunda parte da canção através da vida de uma dona de casa chamada Ana Maria, que cantava e conversava de forma despretensiosa com Deus em seu quintal, sabe, quando nós jogamos alguma frase isolada na nossa mente e Deus capta (?!), faço isso constantemente, e sei que todos fazem.
Nós não temos a capacidade de ver o quanto Deus se importa com as nossas orações, ou com nossas canções de bolso, aquelas que a gente carrega pra momentos nossos, só nossos. Ele se importa, por que se importa conosco, com cada detalhe, com cada decisão que tomamos, com cada afazer nosso – Ele está ali, em sua onipresença e onisciência.
Eu cantava e dizia a mim mesmo: “que diferente, nunca fiz algo assim” – e a empolgação tomou conta de mim, peguei meu violão e comecei a contar todos os acontecimentos que me rodearam naquele fim de tarde – eu vendo um passarinho cantar, que cantava sem me notar, apenas no seu ofício de cantar-cantar e voar-voar. Descrevi, assim, tudo o que vi na primeira parte da canção, como vocês podem perceber.
Eu já não sabia se repetia a primeira estrofe ou se tentava continuar o texto. Então, ela surgiu, varrendo folhas secas no quintal e cantando despretensiosamente uma canção ao Deus do Céu. Acredito que foi Deus respondendo ao meu clamor e explicando a alegoria que ele me mostrou na primeira parte da canção. Eu saí do meu computador, sem muita pretensão, ou forte sensação de ser notado por Deus ali no meu quintal. E é justamente o que Ele nos explica na segunda parte da canção através da vida de uma dona de casa chamada Ana Maria, que cantava e conversava de forma despretensiosa com Deus em seu quintal, sabe, quando nós jogamos alguma frase isolada na nossa mente e Deus capta (?!), faço isso constantemente, e sei que todos fazem.
Nós não temos a capacidade de ver o quanto Deus se importa com as nossas orações, ou com nossas canções de bolso, aquelas que a gente carrega pra momentos nossos, só nossos. Ele se importa, por que se importa conosco, com cada detalhe, com cada decisão que tomamos, com cada afazer nosso – Ele está ali, em sua onipresença e onisciência.
Não sei por quais problemas Ana Maria passava, não mesmo, apesar de ter composto, a vida de Ana Maria se tornou uma meditação que não cabe só a uma opinião, mas é cabível ao sentimento de todos que se sentirem como ela. Talvez por isso “Ana Maria”, a junção de dois nomes tão populares. Quando me perguntam “quem é Ana Maria”, eu digo que é o nome perfeito pra representar qualquer pessoa, por ser a união de dois nomes tão comuns. Ana Maria consegue ser abrangente. Mas eu também posso responder que é uma tia minha! =P
Acima de tudo, percebe-se em nossa amiga Ana, algo que permeia o ser humano de um modo geral – o anseio pela eternidade. Talvez Ana Maria cantasse ali o clássico: “Mais perto quero estar, meu Deus de ti...” – é coerente.
Biblicamente, e sem nem pensar nisso ao compor, ela se identifica com a Ana, a estéril mulher de Elcana do livro de I Samuel.
Já conhecemos essa história, mas quero grifar alguns pontos dela. Ana era muito amada por seu marido, que parecia ser um ótimo cônjuge (não é qualquer cara que se garante em dizer: “não sou melhor pra você do que dez filhos?”) e tinha que conviver com Penina, a outra mulher de Elcana, que por acaso devia ser uma coelha na mente de Ana, pois tinha filhos (e não devia ser pouco, pra Elcana falar de dez filhos assim). E este era o motivo da amargura de nossa Ana da antiguidade, ela queria ter o privilégio de conceber, de dar um filho ao homem que amava, pois o opróbrio da época era uma mulher estéril, não dar um herdeiro ao marido era uma vergonha imensurável socialmente.
Ana se encontrava, amargurada, insegura apesar de todo amor de Elcana, frustrada, sem ânimo. A família tinha o costume de todos os anos subir a uma cidade chamada Siló para adorar a Deus, onde Penina aproveitava para provocá-la ferozmente, pois apesar de Penina ser a coelha do pedaço, Ana recebia porção dobrada do que seu marido distribuía a elas, logo – inveja. Mas a pobre da Ana de tão chateada não comia nem uma costelinha.
Acima de tudo, percebe-se em nossa amiga Ana, algo que permeia o ser humano de um modo geral – o anseio pela eternidade. Talvez Ana Maria cantasse ali o clássico: “Mais perto quero estar, meu Deus de ti...” – é coerente.
Biblicamente, e sem nem pensar nisso ao compor, ela se identifica com a Ana, a estéril mulher de Elcana do livro de I Samuel.
Já conhecemos essa história, mas quero grifar alguns pontos dela. Ana era muito amada por seu marido, que parecia ser um ótimo cônjuge (não é qualquer cara que se garante em dizer: “não sou melhor pra você do que dez filhos?”) e tinha que conviver com Penina, a outra mulher de Elcana, que por acaso devia ser uma coelha na mente de Ana, pois tinha filhos (e não devia ser pouco, pra Elcana falar de dez filhos assim). E este era o motivo da amargura de nossa Ana da antiguidade, ela queria ter o privilégio de conceber, de dar um filho ao homem que amava, pois o opróbrio da época era uma mulher estéril, não dar um herdeiro ao marido era uma vergonha imensurável socialmente.
Ana se encontrava, amargurada, insegura apesar de todo amor de Elcana, frustrada, sem ânimo. A família tinha o costume de todos os anos subir a uma cidade chamada Siló para adorar a Deus, onde Penina aproveitava para provocá-la ferozmente, pois apesar de Penina ser a coelha do pedaço, Ana recebia porção dobrada do que seu marido distribuía a elas, logo – inveja. Mas a pobre da Ana de tão chateada não comia nem uma costelinha.
E agora quero transcrever uns versos importantíssimos:
Certa vez quando terminou de comer e beber em Siló, estando o sacerdote Eli sentado numa cadeira junto à entrada do santuário do Senhor, Ana se levantou e, com a alma amargurada, chorou muito e orou ao Senhor.
E fez um voto, dizendo: "Ó Senhor dos Exércitos, se tu deres atenção à humilhação de tua serva, te lembrares de mim e não te esqueceres de tua serva, mas lhe deres um filho, então eu o dedicarei ao Senhor por todos os dias de sua vida, e o seu cabelo e a sua barba nunca serão cortados".
Enquanto ela continuava a orar diante do Senhor, Eli observava sua boca.
Como Ana orava silenciosamente, seus lábios se mexiam, mas não se ouvia sua voz. Então Eli pensou que ela estivesse embriagada e lhe disse: "Até quando você continuará embriagada? Abandone o vinho!”
Ana respondeu: "Não se trata disso, meu senhor. Sou uma mulher muito angustiada. Não bebi vinho nem bebida fermentada; eu estava derramando minha alma diante do Senhor. Não julgues tua serva uma mulher vadia; estou orando aqui até agora por causa de minha grande angústia e tristeza".
Eli respondeu: "Vá em paz, e que o Deus de Israel lhe conceda o que você pediu".
Ela disse: "Espero que sejas benevolente para com tua serva!” Então ela seguiu seu caminho, comeu, e seu rosto já não estava mais abatido.
I Samuel 1.9-18 - NVI
Certa vez quando terminou de comer e beber em Siló, estando o sacerdote Eli sentado numa cadeira junto à entrada do santuário do Senhor, Ana se levantou e, com a alma amargurada, chorou muito e orou ao Senhor.
E fez um voto, dizendo: "Ó Senhor dos Exércitos, se tu deres atenção à humilhação de tua serva, te lembrares de mim e não te esqueceres de tua serva, mas lhe deres um filho, então eu o dedicarei ao Senhor por todos os dias de sua vida, e o seu cabelo e a sua barba nunca serão cortados".
Enquanto ela continuava a orar diante do Senhor, Eli observava sua boca.
Como Ana orava silenciosamente, seus lábios se mexiam, mas não se ouvia sua voz. Então Eli pensou que ela estivesse embriagada e lhe disse: "Até quando você continuará embriagada? Abandone o vinho!”
Ana respondeu: "Não se trata disso, meu senhor. Sou uma mulher muito angustiada. Não bebi vinho nem bebida fermentada; eu estava derramando minha alma diante do Senhor. Não julgues tua serva uma mulher vadia; estou orando aqui até agora por causa de minha grande angústia e tristeza".
Eli respondeu: "Vá em paz, e que o Deus de Israel lhe conceda o que você pediu".
Ela disse: "Espero que sejas benevolente para com tua serva!” Então ela seguiu seu caminho, comeu, e seu rosto já não estava mais abatido.
I Samuel 1.9-18 - NVI
Nós já sabemos o resultado da oração de Ana, mas o que me associa ela à Ana Maria, é a forma inusitada, não comum de orar. Tanto que ela é até discriminada por Eli por estar sussurrando, mas Deus a ouve.
Onde quero chegar com tudo isso é no fato de que Deus ouve nossas orações mais inusitadas, e ainda mais, Ele as responde. Não quero aqui gerar polêmica ou invalidar costumes de alguns neo-cristãos (cabe a cada um crer no que lhe é devido crer – eu creio na Bíblia), mas Deus não precisa de montes, jejuns absurdos, atos proféticos e qualquer movimento espetacular demais para ouvir nossos pedidos, ele só precisa de um lábio sussurrante, ou qualquer outra coisa simples, como uma oração em pensamento, que isso venha significar.
Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
Romanos 8.26 - NVI
Um grande abraço pra vocês!
Da mesma forma o Espírito nos ajuda em nossa fraqueza, pois não sabemos como orar, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.
Romanos 8.26 - NVI
Um grande abraço pra vocês!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Leia até o fim e tente não chorar.
Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da mina mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.
Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da mina mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus examos no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio" ,disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".
Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Se você não dividir isso com alguém, nada vai te acontecer.
Mas se escolher enviar para alguém, talvez salve um casamento.
Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
O que Deus deseja fazer por mim?
Uma grande verdade a respeito de Deus é que Ele quer fazer grandes coisas por nos para que tenhamos uma alegria completa. Isso pode não estar acontecendo porque muitas vezes não nos achamos merecedores daquilo que estamos recebendo dEle. De fato não o somos, mas Sua graça está sobre nós, e isso faz com que Ele nos dê aquilo que realmente não merecemos.
Nesse dia acredite que Deus deseja abençoar você e colocar diante de ti coisas grandes, que talvez você até diga que não merece tanto, mas não abra mão daquilo que o Pai Celeste está te entregando. Não deixe que Essa grande benção de Deus seja entregue a outro simplesmente porque você não acreditou que merecia. Se Deus, nosso Pai, acha que você merece e quer te dar, quem poderá dizer o contrário? Há alguém maior do que Ele? Quem cuida de você é Ele! Receba o que Ele te dá neste dia!
Uma grande verdade a respeito de Deus é que Ele quer fazer grandes coisas por nos para que tenhamos uma alegria completa. Isso pode não estar acontecendo porque muitas vezes não nos achamos merecedores daquilo que estamos recebendo dEle. De fato não o somos, mas Sua graça está sobre nós, e isso faz com que Ele nos dê aquilo que realmente não merecemos.
Nesse dia acredite que Deus deseja abençoar você e colocar diante de ti coisas grandes, que talvez você até diga que não merece tanto, mas não abra mão daquilo que o Pai Celeste está te entregando. Não deixe que Essa grande benção de Deus seja entregue a outro simplesmente porque você não acreditou que merecia. Se Deus, nosso Pai, acha que você merece e quer te dar, quem poderá dizer o contrário? Há alguém maior do que Ele? Quem cuida de você é Ele! Receba o que Ele te dá neste dia!
A Bíblia diz: “Com efeito, grandes coisas fez o Senhor por nós; por isso estamos alegres.” Sl 126.3
sexta-feira, 7 de maio de 2010
POR ESSA O COMANDANTE NÃO ESPERAVA!
por Josué Gonçalves
A cada dia que passa eu fico mais maravilhado com o nosso Deus. Você crê em milagre? Então leia este testemunho até o final.
Um jovem cumpriu o seu dever prestando serviço ao exército e era ridicularizado por ser cristão. Um dia, o seu superior a fim de querer humilhá-lo na frente do pelotão lhe pregou uma peça... - Soldado Coelho, venha até aqui! - Pois não Senhor.- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei...- Mas senhor, eu não sei dirigir!- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe. O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo. Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração."Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém" O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o seu superior.Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...- O que houve gente? - perguntou o soldado.- Nós queremos o teu Deus ,Coelho. Como fazemos para tê-lo? - respondeu o superior.- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos decidiram aceitar o meu Deus?O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas.
Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo não tinha nem motor!
Um jovem cumpriu o seu dever prestando serviço ao exército e era ridicularizado por ser cristão. Um dia, o seu superior a fim de querer humilhá-lo na frente do pelotão lhe pregou uma peça... - Soldado Coelho, venha até aqui! - Pois não Senhor.- Segure essa chave. Agora vá até aquele jipe e o estacione ali na frente.- Mas senhor, o senhor sabe perfeitamente que eu não sei dirigir.- Soldado Coelho, eu não lhe perguntei nada. Vá até o jipe e faça o que eu lhe ordenei...- Mas senhor, eu não sei dirigir!- Então peça ajuda ao seu Deus. Mostre-nos que Ele existe. O soldado não temendo, pegou a chave das mãos do seu superior e foi até o veículo. Entrou, sentou-se no banco do motorista e imediatamente começou sua oração."Senhor, tu sabes que eu não sei dirigir. Guie as minhas mãos e mostre a essas pessoas a sua fidelidade. Eu confio em Ti e sei que podes me ajudar. Amém" O garoto, manobrou o veículo e estacionou perfeitamente como queria o seu superior.Ao sair do veículo, viu todo o pelotão chorando e alguns de joelhos...- O que houve gente? - perguntou o soldado.- Nós queremos o teu Deus ,Coelho. Como fazemos para tê-lo? - respondeu o superior.- Basta aceitá-lo como seu Senhor e Salvador. Mas porquê todos decidiram aceitar o meu Deus?O superior pegou o soldado pela gola da camisa, caminhou com ele até o jipe enxugando suas lágrimas.
Chegando lá, levantou o capô do veículo e o mesmo não tinha nem motor!
DEUS CUIDA DOS SEUS E NÃO PERMITE QUE NINGUÉM NOS HUMILHE. SEJA VOCÊ TAMBÉM UMA SEMENTE DE JESUS E VOCÊ SEMPRE COLHERÁ O BEM !!!!
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